terça-feira, 24 de novembro de 2009

Dexter 4x09: Hungry Man

Inesperado. Essa talvez seja a única palavra para descrever o desfecho desse episódio incrível de Dexter. A série começou morna, mas vem se superando semana após semana e eu espero que a Season Finale seja arrasadora. Faltam apenas 3 episódios até lá e, enquanto o próximo não vem, vamos roendo as unhas de ansiedade.
O mais importante de tudo foi ver a máscara de Arthur cair. Bom pai, bom marido, bom cristão e até bom samaritano. Fachadas que escondem o monstro dentro dele, o assassino soturno e cruel que, afinal de contas, não reservava sua ira apenas para suas vítimas.
Dexter e seu fiel escudeiro Harry, a aparição mais chata de todos os tempos, assistem à dramática relação de Arthur com sua família. Surras, humilhações, confinamento e medo são a rotina de esposa e dois filhos do Serial Killer mais procurado de Miami. Dexter descobre cada uma dessas coisas apasmalhado. Finalmente ele vê como sua relação com (Ir)Rita e as crianças é diferente. O jantar de Thanksgiving na casa de Arthur, parece mais um filme de terror. O filho acaba de dedo quebrado, a menina tenta seduzir Dexter para se livrar da família e tudo acaba num escândalo descomunal quando ninguém dá graças por ter um pai tão doce e dedicado. Aliás, a urna com as cinzas da irmã de Arthur se arrebenta na parede. O filho o acusa de ser assassino e quase acaba esganado, sendo salvo por Dexter, que acaba revelando seu lado negro, numa sequência arrepiante e emocionante.
Mas, as revelações continuam. Angel e Maria LaGuerta se declaram. Agora sim estou curtindo esse casal. (Ir)Rita beija o vizinho, imaginem só. Quem poderia prever? Masuka flagra tudo e fica super desconfortável com a situação.
Deb, afinal, desconfia de Christine, a repórter mais mala de todos os tempos. Ela continua usando Quinn e agora virou suspeita número um de Deb, que acha que foi ela quem atirou em Lundy. Sinceramente, disso eu já desconfiava. Mas a revelação final, de que ela é, nada menos do que filha de Trinity, eu aposto um dedinho quebrado, ninguém poderia adivinhar.

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Melrose Place 1x10: Cahuenga

Alguém me diz aí: O que foi esse episódio de Melrose Place? Ultrapassou os limites da poesia, da ousadia, da sensualidade, do roteiro e da criatividade. Demais! Amanda - the bitch - is back. Já começou por aí. Voltou, demitiu Caleb, balançou a confiança de Ella Simms e ainda encontrou cartinha jocosa de Sydney com a máxima: "Amanda, você nunca vai encontrar isso". Como assim, gente? Será que Sydney contava com a incapacidade de Amanda em movimentar partes de seu corpo com eficiência depois de tantas plásticas? Acho que é isso sim. Notaram que toda vez em que ela sorria alguém levava um chute, já que a perna dela levantava de tanta pele puxada? Heather Locklear, aliás, vem com a mesma missão que teve na Melrose original. Levantar a moral e a audiência da série. Cá entre nós, eu acredito que Ashlee Simpson já cumpria esse papel com maestria e me aborreço em pensar que nossa musa do Emmy 2010 abandona a produção daqui a dois míseros episódios. Aliás, se alguém pensava que a chegada de Amanda seria o top-moment do episódio, se enganou totalmente. Violet aparece lá pela metade só, mas faz valer cada minuto de espera. Ela foi responsável por duas falas inesquecíveis. Uma, eu dedico ao nosso Momento Didi Mocó: "Eu não sou como essas garotas de LA que ficam dormindo com os homens por aí". Me sinto na obrigação de dizer: Aham Cláudia. Senta lá! Violet, colega, não me venha com essas piadinhas fracas. Pra ser uma palhacilda total, na cena em que reclama com Auggie de sua fuga para o México, só faltou dar uma cambalhota no final. inclusive, essa interação dela com Auggie rende mais um momento épico na série. Depois de ficar chateado por perceber que ninguém acredita que ele não seja o assassino de Sydney, Auggie resolve se afogar na tequila. Ele encarando a garrafa e esperando que ela saísse correndo dali foi inesquecível. Porém, nada tão inesquecível quanto Violet demonstrando sua amizade sincera e desinteressada. Quando ela diz: "Você só precisa de alguém que te compreenda" e em seguida vai tirando a roupa, eu delirei. Foi uma coisa muito sutil e inesperada, quase como cinema vanguardista Europeu. Por essas e outras que eu digo que Melrose Place sem Ashlee vai ficar uma porcaria.
Mas, não paramos por aí. Fomos brindados com mais cenas preciosas. David fazendo gracejos para Lauren era para ser fofo, mas acabou em mais uma prova do quanto esse moço é estúpido. Ele está aplicando a verba do Make a Donation toda errada. Não era pra pedir comida estranha e nem montar um teto que solta folhas secas. Nada disso seduz Lauren. Não adianta dar chocolates, jóias e flores. Tivesse ele dado um maço de dólares, 'selava o acordo' se é que vocês me entendem. Da próxima vez, esquece a produção e digita o número do cartão de crédito no PayPal que rola.
Agora, eu não me empolgo muito em dizer que esse lance da Riley ser demitida era absolutamente óbvio e previsível. Ela e Jonah deveriam vazar da série, em vez de Ashlee. Aquele lance da Amanda em mentir que Riley era menina de rua também, viu? Coisa de amador e não de uma publicista renomada e inteligente.
Isso me lembra que tivemos Ella se pegando com outra mulher. Nada demais e eu esperava muito mais safadeza dela. O lance é que era um teste de Amanda para checar a lealdade de Ella, outra jogadinha infantil demais e cretina ao extremo.
Para finalizar, vamos falar do assassino de Sydney. Alguém aí ainda acha que foi Auggie ou mesmo Michael Mancini? Se tem, por favor, esqueçam essa ideia e anotem o que vou dizer. A assassina (sim, assassina!), não é Violet também. A grande responsável pelo corpo na piscina e a prova plantada no carro de Michael é ninguém menos que VANESSA. Não sabe nem quem é Vanessa, não é? É a adorável esposa traída de Michael Mancini, que tem motivos de sobra para ter feito o que fez. Ainda não tem certeza? As apostas estão abertas.

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Modern Family 1x08: Great Expectations

Com participações especiais de Edward Norton e Elizabeth Banks achei que Great Expectations foi uma ironia sobre o conteúdo do episódio. Não pelas atuações do elenco fixo, porque esses sempre arrasam, mas sim, pelos convidados que foram forçados e sem graça alguma.
Phil dominou o episódio com suas xorumelas por Claire não conseguir acertar em nenhum presente de casamento decente. Ele planeja um monte coisas especiais e Claire acaba presenteando o marido com cartões de abraço grátis. Why the Face, Claire? Muito melhor um cachorro robô, relógio com GPS e óculos de visão noturna. Para tentar compensar a tremenda furada, Claire contrata Izzy LaFontaine (Edward Norton) para cantar ao vivo a música do casal, da mundialmente famosa banda Spandau Ballet. Seria perfeito se Phil já tivesse ouvido falar da banda e não se lembrasse perfeitamente que a música era outra. Tensão e momentos egocêntricos permeiam a apresentação pífia e vergonha alheia. Aliás, o que aconteceu com Edward Norton. No passado eu já levantei a plaquinha de " Eu pegava", mas atualmente levanto a de " Eu pegava e jogava no lixo".
Enquanto Claire e Phil tem sua noite fiasco, as crianças ficam com Jay para uma noite de hamburguer, pijamas e filmes de faroeste. O elenco infantil continua afiadíssimo. Manny faz as melhores expressões corporais, caras e bocas do episódio, sempre tentando manter seu posto de Latin Lover mirim. Luke é outro. O pobrezinho é tão estúpido que um comentário de Alex o faz achar que o avô vai morrer em poucos minutos.
Haley, tentando fugir dali para ir a uma festa com Dylan se deu mal. Jay é macaco velho e impediu a fuga com presteza. Além disso, Dylan adora a ideia da noite do pijama e acaba ficando por ali mesmo. Até mesmo a pequena Lily participou da noite em família, já que Cameron e Mitchell tiveram uma noite fora com Sal, a amiga louca e infantil. Ela fica tão cheia de ciúme da bebê que menciona matá-la a todo o momento, para desespero completo desses pais de primeira viagem.

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The Prisoner 1x06 (Series Finale): Checkmate


Palmas para a AMC, palmas para Ian McKellen, palmas para Jim Caviezel e muitas palmas para The Prisoner, a minissérie do ano, sem sombra de dúvidas. Bem produzida, roteiro impecável, atuações brilhantes e o resultado não poderia ser outro: surpreendente até o final.

Pelo menos, eu não esperava a inversão de papéis que aconteceu e muito menos o modo como tudo caminhou para isso. As duplicatas, afinal, não eram imaginação. Eram a mesma pessoa vivendo em realidades diferentes. Não apenas Six ou Two possuíam as suas. 313, 147 e qualquer outra pessoa não nascida na Vila existia em dobro, de alguma forma.

Sem opções de saída 1112 é aquele que muda a história. Mata a mãe, provedora dos sonhos que mantém o lugar existindo e, logo em seguida, se suicida.

Agora, Two ou Curtis, precisa convencer Six ou Michael a ficar e ser o novo sonhador da Vila. Para isso, conta com o amor de 313 na Vila e com a paixão de Michael por ela, no outro mundo.

A estratégia funciona. Ambos, um em cada lado da realidade, abrem mão de alguma coisa para manter a Vila viva. E por quê? Porque a Vila é um lugar especial, uma espécie de rehab imaginária, onde pessoas com problemas graves vão para se recuperar e salvar suas vidas. Loucura total, mesmo.

A situação de 313 é grave, inclusive. No mundo que conhecemos ela tem sérios problemas mentais, consequência de maus tratos e abusos sofridos na infância. Na Vila, Two usa a amizade de 147 com Six e seus sentimentos frágeis em relação à morte recente da filha para fazer seu jogo.

Durante o enterro de 1112, Six acaba aclamado como o "número um", aquele que pode salvar a todos com seus sonhos. 313 é aquela que se sacrifica e toma as pílulas para dormir. Two, faz sua saída dramática, mordendo uma granada, explodindo e voltando para a outra realidade, onde finalmente viverá em paz e feliz ao lado de Helen (M2).

Michael se transforma no chefe e comandante da Summakor, observando a vida das pessoas e escolhendo aqueles que precisam ir para a Vila, começar vida nova.

Nas areias do deserto, ao lado de 313, Six aprende que cada coisa naquele lugar é fruto de sua mente. Bolas brancas gigantes, visões, pessoas, tudo. E, sonhador que é, ele acredita realmente, que pode construir ali, um mundo muito melhor.





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domingo, 22 de novembro de 2009

The Prisoner 1x05: Schizoid

Sonhos e duplicatas dão um nó na cabeça do espectador que assiste à Schizoid. É tudo tão complexo que ainda não consigo juntar as pontas para o episódio final, que vem por aí. Porém, mais verdades aparecem e Six precisa enfrentar a si mesmo, literalmente. Anda pela Vila uma cópia dele. Não um clone, não uma ilusão. É um pedaço de Six, raivoso e vingativo, mas apaixonado por 313, que está a solta. O grande desafio é reunir esses dois pedaços de volta, em uma só pessoa, porém, é muito mais difícil do que parece reunir novamente essas peças. Two também parece ter uma duplicata. Um homem cheio de candura, olhar caloroso, diferente do normal. A notícia de que existe um homem querendo se passar por ele na Vila reforça as suspeitas que caem apenas no final do episódio e nos deixam pensando o que diabos esse homem pretende.
Os jogos mentais, no entanto, não param. 313 acaba recebendo a chance de conhecer o tal outro mundo, mas, ao chegar às torres e entrar pelas portas de Summakor, ela foge da possibilidade.
Six, que na verdade se chama Michael, se descobre como responsável por muitas pessoas estarem na Vila.
Enquanto isso, 1112 ganha um dia com sua mãe e aprende que os nascidos na Vila não podem sair de lá. A frustração é grande, mas o racicíonio encaixa. A Vila é um produto dos sonhos de M2. Ela se voluntariou para dormir eternamente e criar esse lugar em sua mente. Todos os criados dentro de sua mente devem desaparecer se ela desistir de sonhar e apenas os vindos de fora teriam a chance de sair. Tudo isso, explica os enormes buracos surgidos do nada. Eles nada mais são que as lacunas deixadas por M2, a cada vez que desperta e deixa de sonhar com a Vila que sua mente mantém viva.

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Flash Forward 1x09: Believe

Prometi a mim mesma não ver mais Flash Forward. É um enorme favor que faço à minha inteligência e a qualquer um que venha aqui querendo ler alguma crítica boa sobre a série. Pois bem. Isso nunca vai acontecer enquanto eu viver e tiver meio neurônio funcionando, que seja. E não é por falta de vontade. Vejam bem, estamos indo para o décimo episódio e até agora eu só consegui odiar mais e mais a produção. Portanto, não vale a pena continuar me torturando dessa maneira e irritando as pessoas que gostam do que estão vendo.

Flash Forward acaba de ganhar a segunda colocação na minha lista de desistências. A única série que eu abandonei até hoje foi The Sopranos, mas o motivo eu só posso atribuir a mim, meu cansaço e falta de identificação com a trama. A produção da HBO é excelente e bem construída e eu jamais poderia tecer um elogio desses ao "Novo Lost" mais fajuto de todos os tempos, da última semana. Então, nem preciso dizer que esse é meu último review para a série, embora eu não descarte a possibilidade de assistir o resto se ela for brevemente cancelada.

Mas, falando de Believe, uma das coisas que me fez ter mais certeza da desistência foi o surgimento de mais um personagem com câncer. De milhares de doenças no mundo, parece que os roteiristas só apostam em câncer. e como Flash Forward não pode ser criativa nem nisso, botaram o Bryce em estágio terminal. Isso explica a tentativa de suicídio e tal. E então resolveram nos mostrar a visão dele com a japinha, coisa que o motivou a ir pro Japão e descobrir que o nome dela é Keiko. Senti um vibe meio Izzie Stevens, de Grey's Anatomy, com aquela vontade de largar o tratamento. Como não é novidade, eu esperava mais desse romance e desse flash e o resultado foi bem pobrinho. Aliás, não podia ser mais clichê colocar os dois chegando em Los Angeles no mesmo avião, sem se cruzarem. O resto dessa história, que envolve mais uma cura de câncer e Keiko tentando ser rockstar, eu deixo para vocês.
De resto, foi resto. A investigação não andou. Vimos Demetri descobrindo que sua chamada da morte foi gravada e ouvindo aquilo de novo. PRA QUÊ? Teve também o lance de o telefonema ter vindo da China. E DAÍ? Agora Mark e Demetri decidiram ser meninos peraltas e viajar até mesmo com ordens expressas para não fazerem nada. E QUEM SE IMPORTA?
Aliás, outra coisa patética foi o Mark querendo saber quem mandou a SMS sobre sua bebedeira para Olívia. Um desperdício de minutos de série, se o episódio já não fosse.
Por fim, tivemos Aaron, que descobre que sua filha perneta está bebendo. Sinceramente? Que pai e filha morram de cirrose o quanto antes e livrem a todos desse draminha que mistura cachaça e Afeganistão. E foi isso. Gostaria de pedir de volta meus 40 minutos de vida, mas não posso. Boa sorte para os bravos e corajosos que continuam vendo Flash Forward. Para mim, a tortura (UFA!), acabou!

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Fringe 2x08: August

August mantém a qualidade de Fringe e nos deixa com muitas coisas a pensar. Mais uma vez, o foco passa para os estranhos Observadores, carecas e comedores de pimenta. Episódios focados neles sempre rendem algo interessante e esse, em especial, mostra coisas que há muito tempo os fãs da série esperavam para ver.
Para começar, fica claro que não existe apenas O Observador. São vários, unidos numa espécie de gang ou sei lá o quê. Existem regras de co-existência e trabalho de grupo, embora o objetivo deles na trama ainda não esteja definido. Sabemos que eles estiveram, ao longo de milhares de anos, presentes em momentos históricos cruciais. Quando Christine, uma estudante de artes, é sequestrada por um deles, começa um mistério que nos leva até Water, como sempre.
Olivia espera que ele possa ajudar a encontrar a moça, já que todos sabem que foi um dos Observadores quem salvou Walter e Peter no passado. Pelo menos, essa é a história que ouvimos do cientista, que ajuda o Observador sequestrador a encontrar um modo de salvar Christine.
Acontece que o sequestro foi planejado para salvá-la de morrer em um acidente de avião. E nosso Observador, como Peter confirma em uma fotografia antiga de Christine, esteve presente durante um terremoto onde os pais dela morreram.
Enquanto os outros Observadores planejam um modo de reparar essa lacuna, já que evitar essa morte pode mudar o rumo das coisas, Peter e Olivia se aproximam do assassino contratado para dar cabo de Christine.
No fim das contas, Christine sobrevive pelo sacrifício do Observador, que faz o que Walter ensina: torná-la importante aos olhos dos demais. Ao revelar que a ama e decidido a morrer por ela, Christine ganha passe livre para continuar a viver.
Com toda essa história, Petter está totalmente desconfiado e quer saber a verdade sobre tudo e obter respostas. Walter, que obviamente tem algo a esconder, quer acalmar o filho. Coisa intrigante é vê-lo tão preocupado em perder Peter, como se a qualquer momento um dos Observadores resolvessem terminar o tal acordo misterioso que existe entre eles. No mais, ver Walter obcecado por Milkshakes de morango foi bizarro. A pobre Astrid continua sendo aquela que vai ao mercado comprar papel higiênico e Olívia, que ama tanto aquela sobrinha, pelo visto, não perde por esperar a grande tragédia que os Observadores avisam que está por vir.

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Dawson's Creek 5x13: Something Wilder

Pois é. Quem diria que Joey, toda menina moça iria acabar se engraçando com o professor Wilder? Ela troca o jantar com Elliot e seu cabelinho empastado e cheio de modelador, para sair com a equipe que trabalhou no projeto de literatura. No fim da noite, porém, quando fica sozinha com Wilder, Joey o beija. E gosta. Será que vai ficar um climão estranho?
Jen virou uma tonta. Passa o dia chamando Dawson de nominhos ridículos, comprando fichários do ET e com isso, perde seu estilo agressivo no programa de rádio. Quando Dawson se mete num novo projeto com Oliver, ela começa a se irritar e volta a ser como antes, embora os nominhos patéticos permaneçam.
E Jack, que anda meio largado na temporada, ganha uma história. Suas notas estão péssimas e ele pode ser expulso da faculdade. Com isso, descobre que seus irmãos de fraternidade não são tão irmãos assim e deixam claro que ele foi escolhido para limpar a imagem machista e preconceituosa da casa e não por ser bacana e merecer estar lá. Rola, briga, soco, sangue e um belo esbrega de Pacey, que virou, definitivamente, o maduro da turma.

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Dawson's Creek 5x12: Sleeping Arrangements


Dura pouco a paz no relacionamento de Dawson e Jen. Vivendo sob o mesmo teto, ela se incomoda com cada coisinha que ele faz. Enquanto Dawson resiste, Jen acaba se revelando uma ótima conselheira sentimental e ganha seu próprio programa sobre isso na rádio universitária.
Jack enfrenta o preconceito de um colega de fraternidade, que se recusa a dormir no mesmo quarto que ele e já se pode imaginar onde essa história vai acabar.
Joey se abre para novas possibilidades de relacionamento e mesmo com sua negativa, é inegável a atração entre ela e o professor de literatura.E dessa vez, Pacey enfrenta um dilema. Deixar o emprego no restaurante, onde tem obtido imenso sucesso ou viajar para as Ilhas Gregas, trabalhando num barco? A decisão não surpreende. Pacey fica e encara as responsabilidades, dando provas de que é a pessoa que mais cresceu e aprendeu com a vida, de todos os amigos

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Dawsons Creek 5x11 - Something Wild


Sabe aquela história da Joey certinha e chatinha? Pois é, acabou. Esse episódio marca uma reviravolta para a personagem, que sai da zona de conforto e começa a se transformar. Depois do soco no estômago que foi ver Dawson e Jen juntos, Joey encontra distração deixando as férias em Capeside de lado e voltando para Boston com Pacey, onde vai direto olhar suas notas. Joey muda, mas também não é tanto assim. À noite, ela, Audrey e Pacey vão a um bar, onde Joey aceita o desafio de Charlie, sobre ao palco, canta com a banda, faz sucesso e ainda beija o ex safado de Jen.
Audrey, que brigou com os pais por causa de dinheiro, acaba indo trabalhar no restaurante com Pacey e o clima começa a esquentar.
Enquanto isso, Dawson e Jen tem sua primeira viagem como casal e Gail se incomoda um pouco com a nova situação do filho. Mas, afinal, acaba compreendendo que é hora de Dawson ir em frente com a própria vida e sair do mundinho criado depois da morte de Mitch.

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The Prisoner 1x04: Darling

Ah, o amor! Sentimento traiçoeiro e, agora que vi mais um The Prisoner, começo a me perguntar se é real. AMC nos presenteia com mais um episódio excelente e com a dose exata de loucura. Dessa vez, Lucy, ou melhor 415 ganha destaque na série e Six a conhece como sendo o par perfeito. Na Vila o casais são formados or uma agência de namoro, que determina quem deve se casar com quem. Muito prático para os planos de controle de Two.
Six lembra de Lucy e de seu encontro em New York. Da noite juntos, das palavras, de tudo. Mas, na Vila 415 jura que não sabe do que ele está falando e, embora retribua os sentimentos de Six, esconde uma informação importante.

E não apenas ela, já que 313 é outra que faz parte dos planos de Two e o ajuda a injetar os genes de 415 na corrente sanguínea de Six. Essa terapia do amor ajuda a manter os casais apaixonados, criando um ilusão perfeita de sentimento real.

Apaixonada por Six, 313 tenta revelar tudo, mas sua paga é ouví-lo dizer que vai se casar com 415 assim mesmo. Mas, o casamento não acontece. 313 beija Six momentos antes da cerimônia e a noiva, que finge ser cega, foge. Six corre atrás dela pelo deserto e consegue a confirmação de que Lucy está ali para amá-lo e partir seu coração, em mais uma jogada de Two. Six se sente curado desse amor fake e assiste Lucy se atirar num dos enormes e misteriosos buracos na terra. Aliás, a filha de 147 acaba caindo em um desses também e desaparece para sempre.
Os buracos, que são peça importante na trama, representam o movimento dos que entram e saem desse mundinho da Vila. Toda a vez em que M2 desperta um deles aparece. 1112, inclusive, desconfia das desculpas de seu pai, de que tudo é culpa do clima e o incentivo à criação de porcos para evitar novos buracos parece uma desculpa esfarrapada e inútil.
1112 também pede que 313 investigue as misteriosas pílulas que ele vê o pai dar à mãe, regularmente. Um sonífero, um alucinógeno e muitas substâncias sem identificação. Só sabemos que M2 vive entre dois mundos e isso pode nos trazer conclusões absolutamente interessantes e surpreendentes.

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sábado, 21 de novembro de 2009

Grey's Anatomy 6x10: Holidaze

Engrossando a lista de séries que entram em hiatus, nos despedimos temporariamente de Grey's Anatomy, que só retorna em janeiro de 2010. Então, é bom ir se preparando para esse tempo de separação, que até poderia ser pior, se a série tivesse nos deixado um cliffhanger decente. O episódio em si, foi muito bom, desenvolveu as histórias que eu já esperava e trouxe novidades. Tivemos uma pequena corrida no tempo também, já que as tramas de Holidaze se desenvolvem aos longo dos três grandes feriados de final de ano nos Estados Unidos.
Começamos pelo Thanksgivin, quando Mark Sloan recebe a visita de uma garota loira no hospital. O olhar de 'comedor' até se animou, mas a garota acaba se revelando a filha dele, com um caso do passado e que Sloan ignorava até então. Estava mesmo demorando. Sempre esperei que Sloan tivesse uma penca de filhos perdidos por aí e titia Shonda não decepciona no clichê. Como era de se prever, a relação entre pai e filha é a pior possível e leva zero no quesito comunicação. A cena mais desesperadora do episódio saiu dessa dinâmica. Lexie, que se perde na loucura de ter uma "enteada" que é quase de sua idade, picava e picava o salsão. Quase morro, só de imaginara a cena e confesso que ficava em voz alta: "isso não vai prestar, isso não vai prestar". E não prestou. Lexie decepa a ponta do mindinho com a faca e solta um "ops". Não sei vocês, mas eu fiquei muito nervosa com isso. No final das contas, Sloan (a filha) se abre com Sloan(o pai), revelando que está grávida e não tem para onde ir. Mesmo não sabendo exatamente como ser um pai, ele resolve acolher a garota para mais momentos vergonha alheia e olhares engraçadíssimos.
Dessa vez, Alex Karev foi deixado de lado, Izzie sumiu novamente e os internos do Mercy West não tiveram vez. Callie e Arizona apareceram pouquíssimo e o foco voltou-se para a relação entre Meredith e o Chief, que está com problemas para enfrentar que é alcoólatra e já não consegue fazer uma sutura com as mãos firmes. Quem diria que Meredith seria a babá do Chief? E quem diria que ele se agarraria justamente a ela? Essa história toda continua depois da pausa e pode levar Meredith a entender melhor os problemas de Tatcher, que levou um belo esbrega da filha durante a noite de Natal. Também acho que está na hora de arrumar uma novidade para esse casamento dela com Derek. Tudo anda muito parado e muito mais do mesmo.
Os casos de destaque também foram interessantes. A garota sem coração, que operou o intestino com anestesia local foi uma cena muito bacana, com todos os residentes cantando músicas natalina para distraí-la da dor enquanto estava na mesa de cirurgia, em pleno Natal. Para começar o ano bem, ela ganha um coração novo e um pedido de casamento do namorado que acabara de conhecer, mas que enfrentou tudo ao lado dela.
O Ano Novo também começou bem para o garotinho com um obstrução no cérebro. Sem poder operá-lo por causa do equipamento grandes demais, Derek, Arizona e Sloan se unem e criam um novo aparato médico, pago com o dinheiro do bolso deles, já que a crise financeira no hospital continua. Gostei bastante de vê-los todos na sala de cirurgia, salvando criança e fazendo a contagem para o 'Happy New Year' ali mesmo. Foi um pouco cafona e sentimentalóide, sim, mas aprovei mesmo assim.
Miranda Bailey também teve destaque. O pai dela aparece e todo o esforço dela em esconder seu divórcio acaba em críticas severas. Mas, como conhecemos Bailey muito bem, nada disso fica sem resposta apropriada e o pai precisa engolir cada uma das palavras que disse, embora ela acabe compreendendo a decepção dele em ter sido deixado de lado na vida da filha.
E finalmente, falarei do que eu mais gostei em todo o episódio, que é o triângulo amoroso entre Cristina, Hunt e Teddy. Já disse que adorei nossa Deusa da cardio e mesmo ela sendo a rival de Cristina, existe um enorme carisma na personagem. O problema é que eu definitivamente amo o casal Cristina/Hunt e não queria que eles se separassem. Fiquei apreensiva ao sentir os olhares de Teddy e Hunt, que culminaram naquele momento revelador no hospital. Achei que ia rolar pegação ali mesmo e Cristina ia dançar. No entanto, Hunt sobe no meu conceito, em todos os sentidos da palavra. Que homem e que pegada! Foi fenomenal! Cristina, que de tonta não tem nada, percebe o clima estranho e joga na base da sinceridade. Ela não esconde quem é e que não nada perfeita e avisa que não quer que Hunt se sinta na obrigação de continuar com ela, mesmo com tudo o que os dois já passaram. A resposta dele, em forma de beijo apaixonado/declaração de amor, me deixou boquiaberta e bem invejosa da colega.
Como já disse, só achei mesmo que faltou um cliffhanger forte, que nos deixasse loucos por mais Grey's Anatomy. Porém, quando penso no final da temporada passada e o retorno, nessa fall season, que foi decepcionante e cretino ao limite, começo a pensar duas vezes. Melhor tomar cuidado com aquilo se deseja.


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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

The Vampire Diaries 1x10: The Turning Point

Era de se esperar que The Vampire Diaries cumprisse seu papel e deixasse todos os fãs e telespectadores loucos para ver o que vai acontecer na série depois da longa pausa que vem por aí. Se você ainda não sabia, respire fundo e se prepare, pois esse foi o último episódio em 2009 e agora só voltaremos com a produção no dia 14 de janeiro. Será uma longa e dolorosa espera pela volta de Damon, Stefan, Elena, a Menina-Bruxa-da-Boca-Torta, o Anel Sundown e tudo o mais.
Já adianto que achei o episódio excelente e que podemos aguardar muitas novidades para o retorno da série.
Uma delas é, como já sabíamos, a chegada de um lobisomen. Aliás, sutileza não existe mesmo na CW, que semana passada deu closes dno anel de Alaric e, dessa vez, fez questão de mostrar Tyler todo irritadinho à luz da lua cheia. Se alguém ainda duvida de que ele será o Menino-Lobo de The Vampire Diaries a prova está aí. Aliás, o que foi que aconteceu com o Menino-Problema, Jeremy? Ficou estudioso e até está desenhando. Mais uma sutileza foi aquele desenho de lobisomem que ele fez, imitando a arte de seus antepassados. Tivemos um momento BFF entre Menino-Lobo e Menino-Problema e sinto que logo vem amizade por aí. Mas isso foi a coisa mais sem importância desse episódio que começou com uma revelação: Logan virou vampiro!
Ainda bem que Jenna não o convidou para entrar, senão ia virar o jantar. Logan vira o novo problema de Damon e Stefan, que se empenham em encontrar o responsável por mais mortes em Mystic Falls. Uma coisa estranha é que a cidade é super pequena e do jeito que o MCDamond's adora fast food e com toda essa horda de vampiros aparecendo, logo logo não vai sobrar nenhum habitante ali. Damon mostra que é inteligente e continua pagando de Buffy-A Caça Vampiros para a xerife. O disfarce funciona e o deixa livre para investigar. Ele descobre Logan usando o relógio-caça-vampiros e acaba alvejado de balas de madeira. Sem querer prever, mas já deixando o conselho: melhor aumentar o estoque de balas de prata também, só por precaução.
Mas, o interessante é que ninguém sabe quem criou Logan. Ele tenta descobrir como Damon consegue andar pela cidade durante o dia, mas nem ele e nem Stefan revelam o Anel Sundown, que protege contra os raios UVA e UVB.
Com medo de deixar Elena numa cidade-refeitório, Stefan permanece e adia sua partida. Isso traz muitas consequências, boas e ruins. A primeira é que Elena acaba deixando clara e explícita sua vontade de ficar com ele, que não resiste ao "Eu te amo" e acaba com a enrolação nesse romance. Mas, como sabemos Stefan é o vampiro mais estúpido e cretino já criado ao longo da eternidade e por isso mesmo, depois de traçar Elena, deixa a foto de nossa idolatrada Vampiranha Kath em cima da mesa. O resultado é óbvio e ridículo. Elena percebe a semelhança entre as duas e foge. Depois, sofre um acidente de carro, atropelando uma nova criatura que se recompõem rapidamente e pode ser um vampiro. Ou não.
Quanto a Logan, pois bem. Acabou com uma estaca no peito, muito bem cravada por Alaric, que é do tipo destemido. Se meteu numa briga entre Tyler, Jeremy e o prefeito e depois, foi atrás de Logan, para proteger Jenna. Até o momento ele não mostrou os dentes e, portanto, não há confirmação de que seja um vampiro mesmo.
Tivemos ainda outra revelação, mais uma vez, vinda de Logan. Quem o transformou também está tentando quebrar o feitiço e acessar o subsolo da igreja onde está a Vampiranha Kath e mais 26 vampiros. Damon fica super interessado em saber como fazê-lo, mas Logan morre antes de poder responder.
Para o retorno, podemos esperar muitas novidades. Lobisomens, mais vampiros, romances - como o de Caroline e Matt, que é tão perfeito que não deve ser capaz de peidar - e, se os roteiristas forem esperto, veremos mais da Vampiranha que, sinceramente, depois do Corvo, foi a personagem mais interessante na série, até agora.

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The Prisoner 1x03: Anvil

Continuando a saga de The Prisoner, ganhamos mais um episódio excelente, revelador e muito mais confuso. Os cortes temporais são realmente de enlouquecer e muitas vezes eu me pego pensando se não deixei passar alguma coisa.
A série exige (e merece) ser vista com atenção, porque é realmente rica em detalhes e informações que, quando unidas, deverão finalizar a trama de forma brilhante.
Se terminamos de ver o segundo episódio com Six na camisa de força, nesse ela aparece adormecido, mais uma vez, no chão, num local desconhecido. Para mim, ficou essa lacuna temporal e lógica e não faço ideia se haverá um preenchimento mais para frente. O grande mote em Anvil é a espionagem, o que confirma um pouco aquele meu pensamento sobre 'O show de Truman'. Six vira espião e ao mesmo tempo é espionado. Na verdade, fica claro que ninguém está seguro e todos estão sendo observados de perto. Ao menor deslize, portanto, os traidores serão punidos.
Aliás, não existem traidores na Vila. Existem sonhadores. Essas pessoas, que ninguém sabe ao certo quem são, se reúnem e compartilham a ideia de Six, de que existe algo além. Trabalhando para Two, em busca desses sonhadores, Six parece a isca perfeita para quem deseja sair da Vila, mas, como Two sabe muito bem, ele vai fazer de tudo para acabar com a mentira ou seja lá o que for tudo isso. Six é espionado por 909, que surpreendentemente é amante/namorado de 1112, o filho de Two que tem sim, suas vontades de rebelião contra o pai. O medo, no entanto, é uma voz de comando constante na Vila, embora seja tudo muito velado. 909 acaba morto pelas mãos de 1112, que sacrifica tudo por temer o pai, após essa descoberta.
Six, que foi enviado a uma escola par ensinar espionagem e tecnologia, faz de seus alunos pequenos agentes secretos que devem descobrir quem são e o que querem os homens para quem todos trabalham.
No meio de tantas investigações e suspeitos, Six descobre que 313 está na mira daqueles que observam e ela acaba sendo levada para os Túneis.
Six pede ajuda de 1112, que age pelas costas do pai e o manda par lá. Ele consegue evitar a tragédia para 313 e 1100, uma de suas alunas mais brilhantes. Mais uma vez, ele acorda num outro momento e o recorte temporal me confunde. A pequena 1100, contudo, recebe de Two um agradecimento que se transforma em castigo. Ele sabe que a menina o esteve observando e vai mandá-la para tratamento. Tudo isso, com voz doce e calma e a bondade inata de deixá-la terminar o sorvete antes.
Tivemos ainda mais questões em que pensar. Não existe um número Um, nunca existiu e nunca existirá. Isso deve supostamente ensinar humildade. E mais. Vimos a esposa de Two despertar, mas a visita dela à Vila não pode durar muito tempo. De alguma forma ela não pertence àquele lugar e sua aparição faz surgir um enorme e profundo buraco na terra. Seria esse um caminho para outra dimensão/realidade/mundo? Estaria ela vivendo no lugar onde, antes, Six vivia, ou seja, na realidade que é a que todos nós conhecemos?
Perguntas que ainda ficam para um próximo episódio.

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Glee 1x10: Ballads

Baladinhas românticas foram motivo suficiente para Rachel nos mostrar seu lado psicopata. Pobre Will Schuester! Tive pena dele, de verdade. Nesse episódio que foi bom, mas não nos mostrou nada de extraordinário tivemos ainda mais do drama de Finn e Quinn e o sum~iço total de Sue Sylvester, que fez uma falta danada com seu toque de maldade.
Ao ver Rachel e Pepper apaixonadas pelo professor, não pude parar de pensar na foto que é destaque entre os fãs da série e que traz o ator Matthew Morrison em trajes sumários e sejamos sinceros, ridículos. Eu nomeei o click como "Will Schuester entre uma bicha velha e o pica pau" e tive ganas de mostrar para Rachel e Pepper. Com certeza bastaria para acabar com qualquer paixonite ou obsessão, embora eu - que já levantei a plaquinha de "Eu pegava" para o ator e cheguei a me decepcionar com a foto - hoje abrace a campanha " Eu pegava mesmo assim".
Deixando as gracinhas de lado, as táticas de Will, em tentar mostrar à Rachel que não poderia rolar nada entre eles por motivos óbvios (e que não tem nada a ver com a foto supracitada que se pode conferir no link lá em cima), dão em nada além de frustração. Rachel não entendia que a música era para afastá-la e não expressar um amor contido. Com a cara de mamão de Emma, reforçando a situação de admiração além do limite, a coisa não melhora. Mas Pepper, que já passou pela mesma situação de Rachel com Will, dá um toque amigo que resolve tudo. Não ia dar pra aturar aluna apaixonada pelo professor por muito mais tempo.
Com o desafio de cantar Baladas em duplas, o resto da história acaba centrada em Finn e Quinn, que revelaram (bom, ele revelou) a gravidez para os pais. Quinn é expulsa de casa e Finn recebe apoio da mãe, que aceita a namorada do filho em seu teto. O pessoal do Glee Club também mostra seu apoio, cantando um música sobre isso para o casal, mas antes, Mercedez dá um esbrega em Puck, que morre de inveja de Finn ter sido o escolhido.
Cá entre nós, até quando isso vai durar? Passou da hora de revelarem a paternidade dessa criança né não? Ou será que vou ter que chamar o Ratinho pra fazer DNA? Continua me soando muito estúpido ouvir Finn dizer que " Quinn está grávida, mas nem fizemos sexo". Qualé? Quem é que acha, hoje em dia, que uma coisa miraculosa dessas pode acontecer?
Tivemos ainda Kurt, todo apaixonalhado por Finn, mas virando mais um bom amigo para ele. Gostei bastante de ver mais uma canção liderada por Artie e Mercedez, mas ainda caho que Tina é muito mal aproveitada. De todos, ela é a que menos teve destaque até agora e acredito que não só eu, como todo o público de Glee, quer ver a japa soltar a voz e ganhar uma trama descente na série.

Músicas no episódio:
Song Name: Lean on Me
Original Performer: Bill Withers
Performed on Glee by: New Directions

Song Name: Endless Love
Original Performer: Lionel Ritchie & Diana Ross
Performed on Glee by: Will & Rachel

Song Name: I'll Stand By You
Original Performer: The Pretenders
Performed on Glee by: Finn

Song Name: Young Girl
Original Performer: Gary Puckett...Union Gap
Performed on Glee by: Will

Song Name: Don't Stand So Close to Me
Original Performer: The Police
Performed on Glee by: Will

Song Name: Crush
Original Performer: Jennifer Paige
Performed on Glee by: Rachel

Song Name: [You're] Having My Baby
Original Performer: Paul Anka
Performed on Glee by: Finn

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Cougar Town 1x08: Two Gunslingers

Me dói dizer que achei esse episódio de Gateenha muito ruim. Vou apenas fazer meu elogio ao Travis, que foi responsável pelos únicos momentos de humor em Two Gunslingers.
Por mais que eu entenda a neura de Jules com aniversários e velhices e afins, esse assunto começa a ser o único da série. Tudo bem que essa é a temática e tal, mas não custa dar uma variada na obsessão da personagem.
Então, como não poderia deixar de ser, Jules faz 41 anos e vai festejar com as amigas num resort. Ela fica tentando convencer todo mundo de que está completando 34 anos e ainda enfrenta a ira de Shana, uma amiga que virou uma megera e adora falar mal de Jules, desde que ela se divorciou. O nome 'Shana' talvez tenha sido uma das melhores piadas para mim, já que não consigo ouvir a palavra sem pensar no OUTRO sentido que tem em português.
Essa parte com as amigas inimigas de Jules também é outra coisa chatinha de ver. Sinceramente, o elenco masculino é muito mais interessante e rende muito quando atua junto.
Prova disso é a incrível dobradinha entre Travis e Grayson, que ficou de olhar o garoto enquanto Jules viaja. Andy, que já conhece Travis de outros carnavais, vira uma espécie de espião de Jules e se diverte ao ver o filho da vizinha fazer Grayson de gato e sapato. Essa é a vingança de Travis depois de Grayson literalmente 'empatar a foda'. Travis ataca de menino inocente saindo do armário e até mesmo elogia a voz sensual de Grayson que cai como um patinho e revela que, aos 12 anos, beijou um primo na boca. Tudo isso acaba em chantagem que eu aposto, não vai ficar somente nesse episódio.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

The Prisoner 1x01x02: Arrival/Harmony


Com sucessos premiados como Breaking Bad e Mad Men, o canal AMC apresenta sua nova e intrigante produção: a minissérie The Prisoner, que leva o mesmo nome da produção britânica de 1967 que a originou.
Com apenas 6 episódios, The Prisoner é de enlouquecer o telespectador, no sentido bom da palavra. Fotografia, roteiro e atuações mais do que excelentes estão garantidos. No elenco temos nomes como Ian McKellen (Senhor dos Anéis) e Jim Caviezel (Paixão de Cristo).
Falando com sinceridade, a primeira metade do episódio duplo é bastante confusa e vai deixar você (se já não deixou) completamente perdido. Mas, não se sinta incapaz de compreender a série. É só uma questão de tempo até que a apresentação dos personagens seja feita e a trama comece a se desenhar de forma brilhante.
Tudo começa no deserto, onde um homem parece perdido e desorientado. Aos poucos, conhecemos Six (Jim Caviezel) que nem sabe que esse é seu nome. Aliás, um dos pontos interessantes é que as pessoas são chamadas por números e na Vila, povoado estranho onde vivem, suas casas tem a mesma numeração de seus nomes.
No deserto, Six conhece 93, um homem à beira da morte que pede que Six leve uma mensagem: ele conseguiu sair.
De início, é difícil captar qualquer mensagem, mas logo descobrimos que Six está numa espécie de realidade alternativa, um mundo paralelo, muito bem controlado por Two (Ian McKellen). Por isso mesmo, ninguém pode saber que existem mais lugares para ir, além da Vila e, mesmo que algumas pessoas tenham alguma consciência disso, o medo e a falta de lembranças claras as faz viver numa espécie de comodismo.
Six, que descobre seu nome depois de algum tempo, tem memórias vívidas da outra realidade em que esteve e aos poucos, também vamos conhecendo tudo isso.
Depois de fugir, mesmos em saber exatamente de quem, ele acaba no hospital da Vila e lá, conhece 313 (Ruth Wilson), uma médica que parece interessada em Six, ao mesmo tempo em que diz não acreditar nas coisas que ele diz.
Tudo parece um sonho. Na verdade, Six vê tudo mais como um pesadelo e logo se sente prisioneiro, em uma realidade da qual não pode fugir. O interessante é que, embora não se lembre com clareza de tudo, ele tem um imenso e incontrolável sentimento de que não pertence àquele lugar e luta para se libertar.
Two, que é um personagem no mínimo bizarro, é um homem de fala calma, mas capaz de brincar com uma granada, só para provar que tem poder.
Sua família também é estranhíssima. A esposa vive numa cama e não fala ou se mexe. Apenas permanece estática, recebendo medicamentos que o marido ministra pontualmente. O filho, 1112 é um rapaz observador que começa a desconfiar que alguma coisa naquela vida não é normal.

Logo, Six descobre que tem família. Um irmão, cunhada e sobrinhos com quem ele cria um laço rapidamente. O estranho é que Six sabe que ele e 16 não são irmãos, mas o sentimento é inevitável.

A loucura toma conta de Six em muitos momentos, especialmente quando tem visões e lembranças, às quais se agarra fortemente para tentar encontrar um caminho para fora dali.

Outro ponto muito intrigante é que na Vila não há água. Quero dizer, mares, rios, lagos. Apenas piscinas, um gigantesco deserto e muitas casinhas idênticas. Aliás, o visual é meio retrô, tanto nas roupas, na arquitetura, nos veículos,nos objetos. Tudo parece estar entre as décadas de 50 e 60.

As tentativas de fuga são sempre vãs e mesmo seguindo as torres, que parecem uma miragem no deserto, esse é um feito que parece mesmo impossível. Em sua primeira tentativa de se aproximar das tais torres, uma gigantesca bola branca o impede e faz desmaiar. Mais uma vez é 313 a ajudar. Aos poucos ela se interessa pelos relatos de Six e sinto mesmo uma vibe romântica entre eles.

Six lembra muito da infância, da praia e do mar. Encontra na Vila algumas provas de que sempre viveu ali e isso começa a criar a impressão de que ele pode estar louco. Porém, a cada momento mais pessoas que acreditam em sua teoria de que existe um mundo além da Vila aparecem. Temos, por exemplo, a mulher que ouviu o mar. O próprio 16 assume não ser o irmão de Six e esse três saem em busca de uma prova. Encontram o mar e 16 é engolido por ele, em mais uma aparição da gigantesca bola branca. No final, Six acaba preso a uma camisa de força e não pode mais lembrar seu nome de verdade. Ele se torna o que nunca quis ser: um número.

Enquanto isso, Two continua impávido. Controlador, aterrorizante, poderoso e calculista. Ele é´o único que conhece a verdade e quer evitá-la a todo custo. Até o final da segunda metade, Harmony, descobrimos ainda que Six pode estar mais ligado à Vila do que pensa. Em uma de suas lembranças ele revela que trabalha para um empresa que observava e controlava a vida das pessoas. Uma espécie de Big Brother e, ao demitir-se, ele pode ter se colocado na Vila.

Inclusive, tudo parece um pouco com "O Show de Truman", que colocava Jim carrey vivendo numa espécie de bolha. O princípio de The Prisoner parece ser o mesmo, embora seja difícil afirmar ou criar qualquer teoria por enquanto. E justamente por isso, eu recomendo que todos dêem uma chance à produção que é, acima de tudo surpreendente e uma das melhores coisas lançadas em 2009.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

V 1x03: A Bright New Day

Mais uma semana sem surpresas desagradáveis com V e já começo a confiar na produção. Não achei um episódio, assim, extraordinário, mas foi bom, de forma geral. Vimos o início da formação de uma resistência aos V, formada por um mix de humanos e extraterrestres de uma organização chamada Tropa Cinco. Claro que Erica e Jack farão parte dela, assim como Ryan e o esquisito e paranóico Georgie, que foi quem armou a primeira reunião no armazém 4400. Mas, há que se tomar cuidado, já que é difícil confiar em alguém e saber se está diante de um V ou um humano.
Tyler, o filho de Erica, continua todo problemático e revoltado com a mãe. E ele nem tem motivos para tal. Tudo o que ela faz é aconselhar, mas Tyler está completamente fascinado pelos Visitors e ainda mais pela beleza de Lisa. O amigo dele, que continua como embaixador da paz, arma até um encontro entre eles e já rola um clima. impressionante ver com que confiança esse garoto mete a língua na garganta de um alien. Eu, hein?! CREEPY.
Enquanto Jack faz suas investigações e chega até Georgie, Erica é designada para defender os V, num dia muito importante, quando todos eles começam a receber seus vistos de circulação no país. Um humano ameaçava a vida dos visitantes e Erica consegue detê-lo. Mais ainda, ela aproveita a abertura e chega uma espécie de sala de controle, onde é possível observar diversas imagens, que ela descobre serem captadas pela jaqueta que todos os visitantes e embaixadores usam.
O repórter Chad Decker continua a assistir de camarote a todas as manipulações de Anna, que consegue sempre virar o jogo a seu favor e mudar a opinião das pessoas que se aproximam dela.
Fiquei intrigada com o lance de se 'reconectar', que o Ryan estava falando. Que tipo de droga é essa, capaz de causar tanta submissão?
E ainda tivemos Dale, que com a ajuda de Joshua, um dos V responsáveis por sua recuperação, lembra de tudo, inclusive que Erica o golpeou e portanto, sabe quem ele realmente é. A surpresa é que Joshua, aparentemente dá cabo de Dale, já que faz parte da tal Tropa Cinco.
E as surpresas não param. Na verdade, nem seria tão surpreendente se não estivéssemos ligados em aparências, mas eu não esperava que Lisa fosse filha de Anna. Primeiro pela diferença física e depois por parecerem mais irmãs, do que mãe e filha, em termos de idade. Mas, como sabemos, nossa pele e estrutura corporal são apenas um disfarce para os grudentos lagartos que querem dominar o mundo e Tyler que se prepare, porque ele é o escolhido. E para boa coisa não é.

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One Tree Hill 7x10: You Are A Runner and I Am My Father's Son

Aconteça o que acontecer, One Tree Hill nunca me decepciona. A trama do episódio em si não foi lá essas coisas e apenas vimos as consequências de tudo o que aconteceu na semana passada. Mesmo assim, tivemos momentos preciosos, protagonizados por Dan Scott, que já é usualmente um destaque e até mesmo por Millicent.
Já vou até começar falando dela, que parece mesmo o abominável monstro das passarelas. Arrogante e escrota, Millicent que dar o golpe até mesmo em Brooke, que já a ajudou tanto. Não come e não dorme, só bebe e cheira cocaína o dia todo, se transformando completamente. É bizarro de ver como uma personalidade pode simplesmente mudar. Mouth é quem descobre toda a verdade e enfrenta a namorada, que age como se nem o conhecesse. Millicent mente sobre a cocaína e no momento exato, seu nariz sangra, como se fosse uma usuária antiga, já com a parte nasal interna destruída pelo pó. Pra completar, ela se junta com Alex, que sim, está apaixonada e viciada em Julian. As duas bebem, pegam o carro e não, não morrem num terrível acidente. O que acontece é a intervenção de Victoria Davis, que veio ver o muxoxo de Brooke e de quebra botou a megerice para funcionar, denunciando as duas ingratas, que acabam na cadeia.
Aliás, mais um baita clichê que eu previa se confirmou: Brooke não pode engravidar. Gente, por favor, parece que no mundo das séries 90% dos personagens tem algum problema de fertilidade. Peyton quase morreu na gravidez e agora é Brooke que não pode encher o bucho de bacuri. Só mesmo Haley parece apta a ser mãe. O draminha com Julian continua numa toada chatíssima e passou da hora de acabarem com isso.
Senti a falta de Jaimie, que sempre anima o episódio, ainda mais em momentos como esse, quando Nathan acaba de perder seu emprego. Ele descobre ainda o novo romance entre Clay e Drama Quinn, briga, demite e vai encerrando a amizade. Como não poderia ser diferente, cada fêmea defende seu macho e Haley briga com a irmã, que mais uma vez passou 40 minutos fazendo jus ao título de Drama Quinn, com aqueles olhinhos marejados.
Mas, o destaque mesmo vai para Dan Scott, que continua agitando a cidade e amedrontando as criancinhas. Dessa vez, achei que ele ia matar o Clay, numa cena linda de afogamento, que só vendo. Senti de novo aquela vibe assassina que só Dan Scott pode prover, mas no fim, ele só queria batizar Clay. Teve ainda um momento Barney Stinson, de How I Met Your Mother e não por que Dan é Awesome ou porque ele fez algo legen-wait for it-dary. Dan mandou Clay usar um terno e até mesmo Drama Quinn concordou. Clay e Nathan estão sem trabalho. A boa notícia é que podem vagabundar o dia inteiro e jogar wii, mas a situação deve mudar logo, já que Clay promete dar a volta por cima e recuperar a amizade e a carreira de Nathan.

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Gossip Girl 3x10: The Last Days of Disco Stick

Começou com o beijo gay, passamos para um 3some e chegamos à Lady Gaga. E agora, Gossip Girl?
A pergunta que não quer calar é: Quem poderá nos defender? O Chapolin Colorado? Quero dizer, Gossip Girl anda com audiências abaixo do crítico e, apesar de ainda não termos a informação com os números desse episódio, não acredito que a aparição de Lady Gaga vá mudar alguma coisa. Pode até ser que os telespectadores aumentem e, se isso acontecer, será mérito apenas da cantora e é um feito que não poderá ser repetido nos episódios que ainda serão exibidos, a não ser que coloquem Lady Gaga no elenco fixo. Ficar falando das baixas audiências e do risco de cancelamento não é mais novidade por aqui, porém, 'novidade' é justamente a aposta da CW para alavancar os números da série. Só não sei para o quê vão apelar agora, porque toda a sorte de recursos já foi utilizada, em três episódios, praticamente seguidos. O pior de tudo é saber que nada disso deu certo e, mais ainda, que mais clichês povoaram esse episódio que foi, digamos, mediano. Nem muito bom, nem sofrível, apenas mais um na multidão. No entanto isso significa problema para Gossip Girl, que precisa começar a pontuar seus roteiros e atuações com excelência, para ontem.
Em 'The Last Days of Disco Stick' aconteceu exatamente o que eu previ na Review passada. O clima de estranheza se instalou mesmo entre Dan, Vanessa e Olívia, mas a ficha dele demora a cair. Todo orgulhoso de si, por ter levado duas para a cama, Dan não percebe o óbvio: os três estão se evitando. Olívia tem ciúme de Vanessa, que marcar território, enquanto Dan conta vantagens por aí. Não poderia ser mais óbvio. Para inovar, e ainda assim, não muito, só se Vanessa e Olívia assumissem um namoro, deixando Dan com cara de mamão. Mas o que vimos foi um Dan apaixonado por Vanessa, que, vamos ser bacanas, não era uma coisa tão esperada assim.
Uma coisa interessante é que nesse episódio, vimos "mais" do 3some do que no anterior, que prometia abalar o mundo das séries. Porém, continuamos sem ver nada muito interessante ou ousado, como disseram que seria. Essa história toda acabou com Olívia se despedindo, Vanessa interessada em outro cara e Dan, com cara de mamão. Pelo menos essa eu acertei!
O assunto ainda repercute e serve de pano de fundo para chegarmos à apresentação musical tão anunciada. O lance da aparição de Lady Gaga, inclusive, foi plantado da forma mais artificial possível. Inventaram um evento do clube de teatro da universidade e apenas em uma única e singular tarde, Dan escreveu e montou um espetáculo pequeno, sem erros de interpretação. Impressionante, assim como o talento de Serena na profissão de Assessora de Imprensa. Quem traz Lady Gaga é Blair, para calar a boca daqueles que a diminuem e podam seu crescimento como rainha universitária. Uma baita balela.
E já que falamos em Serena, vamos focar exatamente nela, que passa o episódio todo se fazendo de pudica e acaba agarrando Tripp no final. Não teve declaração de amor de Nate que fizesse Serena deixar o cargo de aspirante à Monica Lewinsky de lado, usando a desculpa de que Tripp está decepcionado por descobrir que foi a esposa que armou o incidente de resgate do afogado. Blair nem fala mais com ela, o que é uma baita contradição na personalidade dela. Uma garota que não pensa duas vezes antes de mentir, manipular e chantagear ficar toda ofendida porque a amiga tem um caso com um bofe casado? Não combina.
Entretanto, a promessa de bad girl do momento é Jenny. Ela sempre varia entre extremos. Vai da menina boazinha à megera em poucos segundos. Deixa a futilidade falar mais mais alto e por muitas vezes, já caiu do cavalo. Mais um grande queda vem aí, já que ela está entediada e resolve que, para quebrar a rotina, vai se envolver com o filho de um embaixador, que é traficante de drogas. Chuck, que também virou bom-moço de uma hora para outra, defende Jenny e dá um conselho de pai. Não sei vocês, mas essa me parece a história mais promissora de todas. Afinal, Jenny enveredando pelo obscuro mundo dos viciados é muito mais interessante de ver do que o casal potencialmente mala que deve ser formado por Dan e Vanessa, num futuro não muito distante.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

House M.D. 6x07: Teamwork


Retornos e saídas marcam esse episódio de House, onde nos despedimos da Drª Cameron. A saída já havia sido anunciada, meses atrás e portanto, com todo o caso Dibala, era um pouco óbvio que esse momento estava próximo. Entretanto, se Cameron está de malas prontas, Thirteen e Taub voltam à trama e se juntam novamente à equipe de House. Foi só ele conseguir a autorização para exercer a medicina novamente que os joguinhos começaram. E para House o objetivo era trazer de volta as ovelhas desgarradas, além de Chase e Cameron. Tudo para poder escolher quem ele iria dispensar.
Como dita o House-Way-Of-Life, o processo é longo, doloroso e cheio de pegadinhas mentais, insinuações e manipulações. Cameron e Chase, que haviam decidido deixar o hospital juntos, só ficam para não deixar Foreman na mão, mas viram o centro da crise que repercute no casamento.
O grande problema é que House leva Chase a questionar o motivos da esposa em perdoá-lo. E a verdade é que Cameron perdoa Chase porque culpa House pela morte de Dibala. Não que ela esteja totalmente errada. Em seu argumento final, ela afirma que House transformou Chase numa pessoa que não dá valor à vida humana e que não difere mais o certo do errado. Pensando na trajetória de House e no modo como ele trata a vida e os pacientes, é difícil discordar. Mas há que se notar que toda essa atitude é uma máscara que esconde seus verdadeiros propósitos e sentimentos.
Também não dá para negar que a descoberta sobre o relacionamento entre Cuddy e Lucas causou um efeito forte na vida de House e isso se reflete em sua busca pelos médicos de sua antiga equipe, que são como uma zona de conforto para ele.
Então, depois de insistir, forçar e forçar mais ainda, House confere sua pontuação no jogo. Três de quatro de seus assistentes pedem para ficar na equipe. Cameron, como sabemos, é a única a deixar o hospital, o marido e, até se sabe, a série.
Com essa reviravolta, creio que voltamos definitivamente ao formato padrão de House M.D. e deixamos para trás as novidades e surpresas de roteiro, como vimos no início da temporada. E não que isso seja negativo, porque, convenhamos, House é bom até quando está ruim.

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Brothers and Sisters 4x08: The Wine Festival


É impressionante como basta tirar o câncer do foco para Brothers and Sisters ter um episódio bacana. Ninguém aguenta mais isso e eu sei que devo estar cansando quem quer que leia o que eu escrevo aqui, reclamando da mesma coisa semana após semana. Pois bem, vamos fazer igual ao roteirista da série e não falar mais de Câncer. Só vou registrar que Kitty ficou toda encucada por Robert não achá-la atraente com a cabeça pelada, mais um big fat clichê que surge com a doença.


Saindo da doença, vamos falar do baby boom. Kevin e Scotty não conseguem escolher a doadora do óvulo e fazem o BBFM: Big Brother Futura Mamãe. Até dardos eles jogam para escolher a parideira e não definem nada. Uma boa dica é tirar no palitinho ou jokempô. Minha mãe mandou seria super adequado ao tema, assim como um bom salamê-mingue. Se nada disso funcionar, abre a votação para o público e deixa o povo decidir quem leva o milhão.


Mas, se uns tem problema para encontrar a mãe, Rebecca tem muito mais problemas em encontrar o pai de seu filho, que aliás, continua sem saber o que está acontecendo, até porque, está no meio de uma maratona de provas. Desconfio que Rebecca vá pensar em aborto ou algo assim. Não entendo o desespero se eles estão para casar.


Tivemos ainda o festival de vinhos, onde a nova marca proposta por Holly faz sucesso e leva o prêmio principal, mesmo tendo uma matéria prima barata e considerada inferior. Saul fica todo alegrinho, até porque, bebe tanto vinho que seria impossível não ficar. Holly até recomeça seus planos mirabolantes para o casamento de Rebecca até que Ryan, que só serve para espionar e não outra função mais útil na trama, dá um jeito de sabotar a safra e deixa toda a produção vazar, colocando a Ojai numa situação muito delicada.


Mas, o que agitou mesmo o episódio foram os romances. Nora e bofe da motocicleta (que eu pegava fácil), os problemas de idade e blá blá blá. Nora sempre arruma um empecilho com os bofes para depois cair em contradição. Com esse, ela não devia criar caso nenhum e ir logo pros finalmentes. Essa aliás, é uma lição que Sarah deveria ter aprendido antes. Tudo bem que eu já sabia que Luc só participaria de 5 episódio da série, mas eu não queria que ele fosse embora. Não é só por ele ser, convenhamos, um belo bofe francês, mas porque finalmente Sarah esteve mais em foco e foi além da vida de mãe e dos negócios. Porém, a eterna obsessão por compromisso, planos e definições acabou levando Luc de volta para França e Sarah está novamente sozinha. Minha pergunta agora é: por quanto tempo? Afinal de contas, a vida amorosa dela sempre é deixada de lado. Vamos esperar que dessa vez seja diferente.


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How I Met Your Mother 5x08: The Playbook


Mais uma vez, How I Met Your Mother acerta em cheio e nos brinda com um episódio legen- wait for it - dary! E não poderia ser diferente, já que Barney é o centro das atenções com seu Playbook, o livro com todas cantadas, jogadas, flertes e afins que ele já usou ou pensou em usar.

Uma manobra é melhor e mais funcional que a outra e é impossível não rir com as interpretações singulares de Neil Patrick Harris. Confesso que adorei a do "pênis dos desejos", que libera um gênio se você esfregar bem. A estratégia de Mrs. Stinsfire também foi boa, numa referência ao filme Uma Babá Quase Perfeita (Mrs. Doubtfire), assim O Ted Mosby. Mas nada superou a genialidade de O Mergulhador, que mostrouum profundo conhecimento sobre Lily, suas atitudes e acabaou dando mais do que certo.
Enquanto Barney foca toda sua vida em conquistas, Robin, por sua vez, resolveu focar no trabalho. E para Marshall e Ted isso só tem um significado: casamento à vista. Robin nega até o fim, mas morde a língua ao conhecer Don, que não por coincidência é seu colega de trabalho.

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The Big Bang Theory 3x08: The Adhesive Duck Deficiency

Estou impressionada com os sortidos alimentos que podem receber uma generosa dose de maconha. Devo agradecer às séries por me ensinarem essa preciosa lição, que também está sendo propagada mundo afora. Brownies de maconha são clássicos. Dia desses, aprendi com Glee que Cupecakes também ficam ótimos com a erva danada e agora, The Big Bang Theory inova e nos apresenta uma receita de cookies de maconha. Podem notar, é tudo muito prático, fácil e de transporte e conservação seguros.
Nem preciso dizer que Leonard, Raj e Howard totalmente alucinados e com uma larica fenomenal foram o melhor do episódio. Nem mesmo "Soft Kitty" pode desbancar a atuação do trio, que deveria observar uma chuva de meteoros durante um acampamento, mas estavam mais ocupados agindo como homens pré-históricos na caça por mais e mais comida.
Sheldon, que ficou em casa, tem a tarefa de ajudar Penny em um acidente na banheira. Confesso que já não acho mais tanta graça em vê-lo tentando agir como uma pessoa normal e fazendo trejeitos forçados para tal. Teve graça nas primeiras mil vezes, mas agora já deu. O melhor ficou por conta de Sheldon tentando dirigir e ao entoar, com Penny, a canção dos dias de doença, que ele tantas vezes já a obrigou a cantar.

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Ugly Betty 4x06: Backseat Betty

Em seu sexto episódio, a 4ª temporada de Ugly Betty vem fazendo milagres e recuperando uma trama que parecia estar completamente perdida e desperdiçada. Pois bem: ainda não é o bastante. Se a ABC tem pretensões de manter a produção, a verdade é que o roteiro precisa de alguns ajustes que ajudem os atores a ir além. A produção tem um elenco muito bom, mas que, por um outro detalhe acaba deixando de lado alguns personagens.
Em Backseat Betty vimos a retomada de uma trama para Justin, que causa polêmica desde a estreia da série, por apresentar um dos personagens gays mais jovens já vistos na TV. Talvez por isso mesmo, as aparições do garoto sempre foram aprovadíssimas pelo público de Ugly Betty, mas Justin andava jogado no limbo e servia apenas para uma ou duas falas de apoio em cenas sem real importância. Dessa vez, no entanto, Justin é o foco do episódio que mostra o quanto é difícil ser aceito. Desde o início da temporada, Justin enfrenta uma nova escola, novos colegas e tenta se firmar no lodoso terreno da High School americana. Para isso, conta a ajuda de Marc, que virou uma espécie de guru para Justin e tenta passar toda a sua experiência de vida para facilitar a vida do sobrinho de Betty. A dica é estar entre os populares e nunca deixar uma ofensa passar em branco. Mas nem mesmo cuidar do uniforme e das coreografia das cheerleaders o livra da humilhação pública ao ser eleito a Homecoming Queen. Não fosse Ugly Betty uma série que fala sobre superação, eu esperaria uma clássica cena de Carrie-A Estranha, com Justin tacando fogo na escola e matando os colegas com crueldade. Porém, o que se viu foi um peito estufado e uma caminhada corajosa até o palco, onde recebeu coroa, flores e ofereceu o título à mãe, que deveria ter sido a rainha 15 anos antes, mas perdeu a chance por estar grávida de Justin. Para mim, só teria sido mais perfeito se houvesse mais um toque de humor e Justin tivesse usado o clássico aceno de Miss, que já pudemos conferir em Glee, com o personagem Kurt, enfrentando situação semelhante. O mais instigante é que Justin nega ser gay. E por mais que haja uma certa possibilidade minha vontade era dizer pra ele: "Aham, Cláudia. Senta lá".
Betty, como sempre, enfrenta um novo desafio na Mode e quer provar que é destemida. Cá entre nós, ter aulas de direção não é exatamente meu conceito de perigo, mas deixei passar pelas tentativas dela em flertar com Bobby Talercio (Adam Rodriguez). As cenas de piração mental de Betty foram ótimas e quando as coisas podiam esquentar, eu tive ganas de matá-la, mas Betty deu pelo menos um selinho no homem que perseguiu durante dias e por quem sempre teve uma paixonite na infância. Hilda, quem diria, teve ciúme. Lembrou seus dias de glória e de quando namorava um bofe de presença como Bobby e não nosso inestimável Daniel San, vulgo Archie, que seguindo os preceitos de Karatê Kid, leva uma vidinha mais careta e low profile.
Aliás, falando nisso, Daniel está mesmo entrando numa tremenda roubada com o lance da Comunidade da Fênix. Ainda não entendi qual é a pegadinha ali, mas Amanda avisa o ex-namorado e ex-quase-irmão-que-não-era-irmão que aquilo é uma imensa bobagem. Xamã? Chá milagroso? Água vitaminada e mensagens motivacionais nos copos? Boa coisa não é, ainda mais com a promessa absurda de Daniel se comunicar com a Molly, a esposa morta. Continuo sentindo uma vibe meio suicida ou de um grande golpe monetário.
Para terminar, vamos falar do outro golpe que está em andamento na série. Wilhelmina continua sendo chantegeada e eu não entendo como uma mulher tão sagaz pode ser tão estúpida. Mas, sendo estúpida, ela decide desistir da vida, da carreira e da Mode para ajudar Nico. Ela só precisa que Connor a encontre. Tenta ser modelo novamente, jura que só tem pouco mais de 30 anos e finalmente, pede demissão. Tudo isso momentos antes de saber que Connor, sua única alternativa e o amor de sua vida, acaba de ser encontrado morto numa praia.
Por essas e outras a previsão para a série é de muito drama e descobertas e, quem sabe, um novo namorado realmente interessante para Betty.

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Dexter 4x08: Road Kill

Será que mesmo depois de um episódio de altíssima qualidade como foi Road Kill alguém ainda vai ter coragem de chamar essa temporada de Dexter de 'meia boca'. Minha revolta é imensa. Não entendo como podem não apreciar a riqueza de detalhes e o cuidado da produção, que é uma das poucas que podemos levar a sério hoje em dia. Mimimi feito, vamos falar desse episódio excelente, que realmente mudou o rumo das coisas.
Primeiro, tivemos mais uma interessante incursão dentro da história e da vida de Trinity Killer. Depois, Dexter com remorso e percebendo, pela primeira vez, que seus sentimentos fazem dele um ser humano. Aliás o remorso foi justamente o que nos fez descobrir a verdadeira tragédia na vida de Arthur, quando Dexter, decidido a reparar seu erro por ainda não tê-lo eliminado - e pior, por ter matado um homem inocente - se aproxima e praticamente invade o carro de seu novo BFF, rumo à Tampa, onde devem construir mais uma casa.
Dexter faz sua jogada e diz que precisa confessar um grande erro. Diz que matou um homem e se sente culpado, despertando em Arthur um sentimento de culpa misturado com desespero suicida. Deu medo. Aquele homem calmo, capaz de mandar um pobre dona de casa pular para morte com a voz super baixa, completamente descontrolado e parecendo ter saído de um manicômio. A coisa foi tão louca que de repente, Dexter estava no banheiro onde a irmã de Arthur morreu, ouvindo revelações. Os dois nascidos no sangue e vivendo por mais sangue. Mas, nem mesmo essa irmandade poderia evitar a morte de Trinity. Dexter arma sua cena e vai atrás da vítima. Cadê? Arthur, transtornado, está na obra de caridade, prestes a se jogar. Dexter vê a a cena e só pensa que a morte de Trinity pertence a ele e que nem mesmo Trinity pode se matar e tirar esse privilégio. Dexter segura e quando ia soltando o corpo de Arthur direto nas armações de ferro, chega a ajuda e estraga toda a cena. Essa morte vai ficar para depois e vai ser até melhor, já que Arthur deixou o remorso de lado e todos os sentimentos ruins também e agora é feliz e pleno em suas conquistas.
Mas, tivemos ainda mais novidades. Uma delas é que (Ir)Rita pode ter um amante! Será que ela vai ter coragem de pegar o vizinho? Está aí uma coisa diferente que eu gostaria de ver, até porque, (Ir)Rita anda muito, muito, muito, mas muito chata de galochas. O público vem torcendo para que Dexter a picote todinha, nos livrando da esposa mais mala de todos os tempos.
Deb, por sua vez, conseguiu reabrir o caso Trinity, mas acabou descobrindo que não foi ele a atirar nela e Lundy. Quinn continua sendo manobrado pela namorada jornalista e interesseira e confesso, até mesmo LaGuerta e Batista, com seu casinho secreto e a mesa quebrada, me deixaram muito feliz, dessa vez.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Melrose Place 1x09: Sycamore

Confesso que esperava mais de um episódio que já começa com uma cena de Make a Donation enchendo o cofrinho da PayPal oficial de Melrose Place, Lauren Yung. Para o nível Melrose de excelência, faltou poesia, embora o Dr. Michael Mancini nos tenha brindado com uma pérola sem igual e as cenas de Violet tenham sido variadas.
Pudemos observar nossa musa do Emmy 2010 em cenas de tensão, chantagem, júbilo e decepção. Um mix interpretativo que só foi superado por uma cena dela na piscina. Então, para variar um pouco, vamos começar pelas incríveis cenas de Ashlee Simpson, que deve ser tão feroz na cama que fez Auggie fugir do país, de tanto medo. Confesso que não entendi porque ele desapareceu do nada e foi para o México. Acho que ser 'Violado pela Violet' foi forte demais para o cozinheiro e agora, suspeito número um do assassinato de Sydney. Acontece que aquela faca que David enterrou e foi encontrada pela polícia continha sangue de Auggie, mas, só mesmo aquele detetive Rodriguez para achar que foi ele. Uns dias naquele prédio e ele vai ver que Violet não mata só ovos de passarinho não. Aliás, ela foi com sede ao pote para conseguir de Michael um advogado para defendê-la de uma "resistência à prisão". Lógico que ele usa isso contra ela, para se livrar da mesada que vem pagando e do vídeo que ameaça seu casamento. Michael foi responsável por um verdadeiro "momento Didi Mocó" ao se despedir de Violet, que fazia cara de muxoxo, com a linha: "Quem disse que os médicos não atendem mais as pessoas em casa"?
Tivemos ainda a crise entre Jonah e Riley e Ella saindo do armário total. Que ela é bissexual a gente já sabia, mas dessa vez ela escancarou mesmo o interesse romântico por Jonah e, consequentemente, seu fetiche por viver numa casa todinha feita de lego.
O que Ella conseguiu com sua proposta indecente foi juntar o casal mais mala de Melrose Place novamente e Riley, muy amiga, denuncia para a polícia a estranha conversa que teve com Auggie pelo MSN. Na minha opinião, ele não disse nada demais ali, mas aposto que ela contou para o detetive Rodriguez sobre os ovos de passarinho esmagados e exigiu uma investigação mais firme e eficaz para o caso.
E teve ainda toda aquela balela de David e o irmãozinho, que caiu de uma altura de um palmo e praticamente teve fraturas múltiplas e traumatismo craniano. Forçado é apelido. Mais fácil botar o moleque num acidente de carro, pelo menos pareceria mais real. Mas, verdade seja dita, esse alnce do menino quebrado era para arrumar uma desculpa para David beijar Lauren PayPal. Ela beija e tal, mas para por aí. David tem muito a aprender e se engana quem pensa que ela tem pudores e consciência pesada. Lauren é uma "proficional do séquisso" e não vai fazer caridade pros vizinhos. A regra é clara, primeiro você Pay, depois, você Pal. E se David quiser o Make a Donation é indispensável para conferir esse produto que não tem versão de testes liberada por aí.

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The Vampire Diaries 1x09: History Repeating


Confesso que eu não botava muita fé em The Vampire Diaries. Achava que ia ser mais uma série mal feita e apelativa, mas, que nada. A cada episódio eu me surpreendo e a trama está realmente interessante. Tudo bem que mataram O CORVO, mas ainda assim, continua muito boa.

Em History Repeating por exemplo, o destaque dado à MENINA-BRUXA-DA-BOCA-TORTA foi algo singular. Eu já sentia falta disso e agora, além de mais Bonnie, ganhamos novos elementos dentro da série. E vem muito mais por aí. São vampiros, espíritos, objetos fantásticos, lobisomens. Quem viver, verá.

Mas, falemos do episódio, que foi muito bom. Como eu já falei, a menina bruxa foi o foco central e descobrimos tudo sobre a história do colar e o porquê de Damon querer tanto aquilo. Acontece que aquele era um colar-pomba-gira, que possuía o espírito de Emily, a antepassada de Bonnie. Logo, nossa menina bruxa da boca torta acaba tendo visões com a defunta e se apavora. Tenta se livrar do colar-pomba-gira e nunca consegue. Nesse meio tempo, Caroline entra na história para tentar recuperar a amizade com Bonnie e Elena e tem a brilhante ideia de fazerem uma sessão espírita, que é pra pomba-gira e o preto-velho poderem falar. Eis que o espírito de Emily acende velas, atiça fogo, abre janelas e possui Bonnie no banheiro. EXCELENTE! Dali, ela sai para o meio da floresta onde tem uma missão a cumprir.
Damon e Stefan passaram o episódio brincando de imitação. Trocaram de lugar e um dizia as falas usuais do outro. Rolou tensão e muitas revelações sobre o passado dos irmãos. Elena, que quer saber porque diabos Damon precisa tanto do colar da menina bruxa, apela para Stefan, que sai em busca de informações.
A história toda é uma bagunça sem tamanho e de uma criatividade exemplar. Um século e tralalá antes, Emily era uma ajudante de nossa amada Vampiranha Katherine e e a pedido de Damon, enfeitiçou a igreja onde 27 vampiros queimavam, preservando a "vida" deles em algum lugar no subsolo e só o colar pode trazer Vampiranha de volta. Finalmente entendi por que um episódio inteiro dedicado à passagem de um Cometa, que era o elemento cósmico (?) que dava a força necessária para o colar libertar Vampiranha. Mas, devido ao massacre ocorrido em Mystic Falls no passado, Emily, que havia feito um acordo com Damon para a preservação de sua linhagem, resolve que não pode trazer de volta 27 vampiros famintos e aí, a cena é linda. Damon é jogado longe só numa levantada de mão e acaba enfiado num galho de árvore. Enquanto isso, a menina bruxa possuída pela pomba-gira acende um fogaréu em forma de pentagrama e destrói o colar para sempre. Damon ataca a pobre Bonnie, já exorcizada e é Stefan quem a salva com seu próprio sangue.
Tivemos um momento precioso onde Damon chora e revela seu amor profundo por Vampiranha. Foi comovente e Stefan percebe, pela primeira vez, que o que par ele foi feitiço e um jogo de poder, para Damon, foi amor de verdade. A coisa é tão complicada que Stefan resolve se afastar de Elena, que fica implorando por ele na floresta.
Mas, não para por aí. Tivemos ainda Caroline e Matt que vão começar um romance. Quem sabe ela não tira um pouco dessa chatice dele e, a grande novidade: um novo vampiro!
Pois é. Há quem diga que Alaric (Matt Davis) é um caçador de vampiros, mas o ator, em entrevista à TV Guide garante que é mesmo um vampiro. Aliás, eu logo desconfiei, já que a sutileza para mostrar o anel Sundown do moço foi praticamente zero. Ao que parece, ele vai se envolver com Jenna e a coisa já começou a esquentar. Até mesmo Jeremy gostou dele, depois da chance de melhorar suas notas em história. Agora, se ele é uma ameaça, a gente só descobre nos próximos episódios da série.

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domingo, 15 de novembro de 2009

Grey's Anatomy 6x09: New History

Kim Raver chega ao Seatle Grace como Teddy Altman, a Deusa da Cardiologia que Cristina tanto esperava. Já vou logo dizendo que adorei a nova personagem, sou fã da atriz e minha expectativa é que ela fique por bastante tempo em Grey's Anatomy, que teve mais um episódio exemplar. Estou gostando muito de ver os rumos dessa 6ª temporada e é impressionante como a entrada de novos personagens teve o efeito de revigorar a série. Essa é uma manobra complicada de se fazer, afinal, se o novo personagem não cai no gosto do público, como já vimos tanto em Grey's, geralmente a história da saída é uma invenção patética e descabida.
Em New History, vemos exatamente o que nome diz. Coisas novas para agitar a trama e criar um fuzuê na história de Cristina e Owen Hunt, que se estabeleceu de forma confortável até agora, mesmo com os episódios de enforcamento e o drama da ex-namorada. Teddy é do tipo alegre e efusivo, compreensiva e de trabalho em equipe. Tudo o que Cristina não é. Logo de cara, o estilo mais ameno de Teddy incomoda Cristina, que só respeita os durões, como ela. A pobre Teddy ganha um apelido muito bom: "Desert Storm Barbie". Confesso que ri e nunca vou esquecer dessa.
A situação entre as duas fica tensa o dia todo. Cristina desafia os limites da nova médica até que ela prova que tem valor e que pode sim, ensiná-la muito sobre cardiologia. O problema é que Teddy pode roubar o coração que Cristina mais quer: O de Hunt. E aí a briga vai ficar feia mesmo. Com Dr.Avery na jogada, louco pra dar um pega na Cristina, tudo pode ficar ainda melhor. Aguardo por tudo isso, ansiosamente.
Tivemos ainda a volta dos que não foram. Meredith e Izzie voltam à trama, mas só Izzie teve mesmo uma história. Sinto que Meredith está muito esquecida nessa temporada, e começa até a passar do ponto do esquecimento. Uma folga das duas foi algo positivo, mas vamos lembrar que a série é sobre Meredith ou não se chamaria Grey's Anatomy. Ela passou o dia sem fazer nada e teve umas duas ou três falas sem significância real. Já Izzie voltou da cidade natal com um antigo professor, que parece ter Mal de Alzheimer, mas tinha mesmo líquido no cérebro, causando pressão e uma bagunça mental. Izzie dá um esbrega no Chief que foi lindo de ver. Juntou a mágoa de ter sido demitida e mais o fato de ter doado 8 milhões ao hospital e exigiu uma cirurgia grátis para o professor.
Aliás, Chief está em crise. Dorme no hospital, não aparece mais em casa e até mesmo Adelle desconfia que ele esteja tendo um caso. Sua desconfiança: Miranda Bailey. Se pararmos para pensar, faria sentido e combinaria. Mas, Chief só está num daqueles momentos de depressão, afinal, teve a fusão, briga com Sheperd, com Izzie, acidente de carro, a volta de Tatcher... é muita coisa pra uma pessoa aguentar. Tudo isso levou até a um erro médico e agora, Bailey é quem vai assumir as cirurgias dele.
Mas, o realmente importante dessa história foi a ótima conversa que surgiu com Sloan tentando ser a "Gossip Girl" do hospital. Ele é ótimo e deveriam apostar mais nele.
Alex Karev continua digno de pena. Izzie se tornou uma pessoa muito imbecil e cretina, nem deu uma chance para ele explicar o que disse ao Chief e que acabou levando-a à demissão. A situação entre eles chegou a um ponto insustentável, nenhum está com vontade de perdoar o outro e o casamento relâmpago está prestes a cabar sem nem mesmo ter tido uma chance de começar.

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Fringe 2x07: Of Human Action


Quando eu comecei a ver Fringe, minha escolha foi baseada em dois pontos. Primeiro, era do JJ Abrams e como dizem por aí, eu sou "putinha" do JJ e vejo todas as séries em que ele se envolve na produção. Segundo, eu queria diversificar minha longa lista de séries teens com um pouco de ação e ficção científica. Foi difícil me adaptar em princípio, mas logo eu percebi potencial. Só não imaginava que, um ano depois, Fringe estaria entre as minhas favoritas da temporada. Episódios criativos e com roteiro bem amarrado, que deveriam servir de exemplo para umas e outras séries por aí, que prometem muito e só frustram o telespectador.

Of Human Action foi assim: surpreendente até o último segundo e com uma união perfeita do caso da vez e o drama familiar entre Peter e Walter. Aliás, apostar nesses dois é sucesso na certa.

John Noble e Joshua Jackson são, sem dúvidas, os melhores atores da série e tem uma dinâmica especial em cena. Claro, não estou esquecendo da Vaca Gene, nossa amada Mimosa de Fringe, mas ela ganha na categoria melhor atriz.

O mistério desse episódio foi daquele tipo que a gente acha que entendeu e, quando vai ver, a coisa ia muito, muito além da nossa imaginação. O sequestro de Tyler, filho de um dos cientistas da Massive Dynamic, parecia um caso estranho demais, para ser um sequestro comum. Qualquer um que se envolvesse ou cruzasse o caminho dos sequestradores acabava morrendo tragicamente. Tudo por culpa de um controle mental poderoso, que obrigava as pessoas a matarem umas às outras ou se suicidarem e ferirem.

Examinando os cérebros das vítimas, Walter percebe que o controle é feito por meio de ondas sonoras e tenta bloqueá-las usando o som intra-uterino. A armadilha que deveria capturar os responsáveis não funciona e nem o aparato de Walter, que incluía um urso de pelúcia. Peter acaba capturado e Tyler se revela o sequestrado de si mesmo. Pois é. O garoto de 15 anos, em plena puberdade e cheio de hormônios, tomando um medicamento que estendia o poder das ondas cerebrais criou um criminoso potencial. Tyler comanda a mente de Peter, que apesar da dor, luta e tenta tomar a frente da situação. Toda a situação leva a uma reflexão sobre a relação de pai e filho de Walter e Peter. Já sabemos que Peter foi trazido de outra dimensão e por isso mesmo, Walter fica apavorado em perder a única família que lhe resta. Mas, como Nina Sharp diz, ele é o único a poder ajudar o filho e constrói um aparelho capaz de neutralizar o poder mental de Tyler por apenas alguns segundos. Nesse meio tempo, Tyler chega a seu destino: a mãe, que ele pensava estar morta. Ele culpa o pai pela mentira e quando descobre que a história não é bem essa, o massacre ia se formando, até que o FBI invade a casa e apenas Broyles acaba ferido por um tiro disparado por um Peter ainda dominado. Eles fogem e Peter precisa pensar rápido, quando nota Tyler desarmado. Uma batida de carro deixa o garoto inconsciente e incapaz de tomar o medicamento que o tornava um controlador de mentes. Mas, se alguém pensava que o caso estava encerrado e que o mistério era só esse, se enganou. Tyler não é o único. Existem dezenas de clones do mesmo garoto espalhados por aí, sendo criados como filhos de cientistas. Todos eles fazem parte de um curioso e perigoso estudo da Massive Dynamic, comando por Nina Sharp e William Bell. Justamente quando a gente começava a pensar que eles eram do bem, surge um fato novo que nos leva a pensar, mais uma vez, em quais são as verdadeiras intenções dessa gente.

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